
O confronto diplomático que levou Washington a revogar ou dificultar vistos de entrada para dezenas de autoridades brasileiras desde o ano passado ainda está longe de terminar. Na quarta-feira, 22 de abril, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, revelou à CNN Brasil que, mesmo após ter o próprio visto e o da família cancelados, as parcerias com empresas norte-americanas do setor de saúde continuam – e até se intensificaram. Segundo Padilha, laboratórios e fabricantes de equipamentos seguem investindo em joint-ventures e acordos de transferência de tecnologia no Brasil, pois veem o mercado doméstico de 210 milhões de consumidores como estratégico.
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O ministro citou o programa de vacinas em escolas e a produção local de imunizantes como exemplos de projetos que dependem de insumos ou de know-how dos Estados Unidos. Na prática, isso significa que executivos dessas companhias continuam viajando ao Brasil regularmente, enquanto gestores públicos brasileiros encontram obstáculos para realizar o caminho inverso. A política de restrição foi intensificada em 2025 pelo governo Trump, que alega violações de direitos trabalhistas em programas como o Mais Médicos e questiona operações da Polícia Federal em solo norte-americano. Desde então, pelo menos 70 passaportes diplomáticos ou oficiais brasileiros tiveram validade limitada ou foram cancelados. Fontes do Itamaraty relatam atrasos de até 90 dias na emissão de vistos A-1 (autoridades) e B-1/B-2 (negócios/turismo) para servidores federais. Para multinacionais, o impasse gera incerteza logística: equipes de P&D e altos executivos precisam redobrar a checagem de status de visto antes de convidar reguladores brasileiros para auditorias na FDA ou para rodadas de captação em Nova York. Escritórios de mobilidade corporativa recomendam solicitar vistos com, no mínimo, seis meses de antecedência e prever custos extras de reemissão. Também cresceram as solicitações de vistos de terceiros países (Chile, Colômbia) como plano B para reuniões presenciais. Caso as restrições persistam, especialistas veem risco de retaliação indireta: o Brasil poderia endurecer a reimposição do visto de visita a cidadãos norte-americanos, já válida desde 10 de abril, tornando o processo mais demorado ou exigindo entrevistas presenciais extras. Até o momento, porém, Brasília aposta no diálogo técnico para evitar uma escalada que prejudique estudantes, investidores e o turismo bilateral.
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